Seminário de Porta Aberta

Semana dos Seminários Na nossa Diocese

Na Diocese de Leiria-Fátima, há diversas atividades a decorrer relacionadas com a vida do Seminário e a promoção das vocações sacerdotais.

O Seminário em Família continua a acompanhar jovens dos vários níveis de ensino, promovendo iniciativas que incentivam a descoberta da vocação sacerdotal. Entre estas iniciativas, destaca-se o “Seminário em Dia Aberto”, que terá lugar no sábado, dia 9 de novembro, entre as 16h00 e as 22h30. Esta atividade oferece uma oportunidade de primeiro contacto com o seminário, as pessoas e a vocação sacerdotal. As inscrições podem ser feitas através deste link: https://forms.gle/L3jweW9aR2Ub4aJ38.

A encerrar o “Dia Aberto”, haverá uma Vigília de Oração presidida pelo bispo diocesano, D. José Ornelas, às 21h30, na Igreja do Seminário, onde a comunidade se unirá em oração pelo dom dos sacerdotes e pelas vocações sacerdotais.

Para além disso, haverá outras atividades vocacionais, como os encontros “Vem Ver+”, agendados para 8 de fevereiro e 3 de maio, destinados a rapazes e raparigas que desejem refletir sobre a vocação batismal. A FOS (Família de Oração pelo Seminário) também continuará a promover, como habitual, uma noite de oração mensal pelas vocações sacerdotais, na terceira quinta-feira de cada mês, às 21h00, com a colaboração de diversas paróquias e institutos religiosos da diocese. As próximas datas são: 21 de novembro, 19 de dezembro e 16 de janeiro.

Outro projeto relevante é “Sonhar com Deus o Mundo, a Igreja e a minha Vida”, uma iniciativa de pastoral vocacional realizada em parceria com professores de Educação Moral e Religiosa Católica e o Serviço de Animação Vocacional da Diocese, com o objetivo de envolver adolescentes em escolas públicas e privadas.

Durante esta semana, as comunidades paroquiais receberão materiais de apoio à oração pelos seminários, como cartazes e pagelas, que também estão disponíveis para descarregamento online.

NOTA PASTORAL PARA A SEMANA DOS SEMINÁRIOS 2024

QUE POSSO EU ESPERAR? (Salmo 39,8)

Entre 3 e 11 de novembro, decorre a Semana de Oração pelos Seminários. Uma semana especial, onde todos, comunidades, famílias e cada um pessoalmente, dá atenção a uma parcela da Igreja, que é imagem de um tempo e de uma nova realidade. Não é novidade para ninguém que há menos candidatos ao sacerdócio, menos seminaristas, menos seminários.

Se os números criam impacto, pela negativa ou pela positiva, o lema proposto para este ano: "Que posso eu esperar", situa-nos numa outra direção.

Sem nos distanciarmos dos desafios, que muitas vezes nos levam a traduzir, a espera ou o esperar, por aguardar, estamos convidados traduzir a espera por esperança. Não esperar que aconteça, mas lutarmos e confiarmos que possa acontecer. Este é um movimento que o salmista constrói n'Aquele que é capaz de fazer acontecer, por isso, acrescenta o salmo 39: "a minha esperança está no Senhor", num Senhor que não nos abandona.

Todos rezamos, mas precisamos de nos empenhar, para que a Esperança traga mais vocações sacerdotais. Não desistimos, nem nos rendemos, diante da aridez que experimentamos.

Daí que a nossa esperança tem que explorar novos formatos, novos acompanhamentos, novas possibilidades, um futuro novo para um tempo novo.

Contamos com o Senhor Jesus, que nos ama e em quem colocamos a nossa esperança. É Ele que nos há de inspirar, que nos há de transformar e que entusiasmará mais jovens para este serviço ministerial na Igreja.

Mas Jesus também conta com a nossa ambição e a nossa aventura, arriscando mais e percorrendo novos modelos, sem medo e com muita confiança. Se não esperamos nada, continuamos amarrados ao desânimo e à derrota. Tal estado impede de nos levantarmos e sobretudo não permite que muitos outros jovens queiram fazer a experiência de Seminário e encontrar no sacerdócio, o seu futuro e a sua esperança.

Na catequese, nos acólitos, nos leitores, nos cantores, as comunidades não poderão provocar pessoalmente esta questão: "Que posso eu esperar?".

Agradecemos o contributo precioso e criativo da Arquidiocese de Braga, na oferta dos materiais para esta Semana de Oração pelos Seminários Diocesanos.

Como Maria, a Mãe de Jesus, o jovem nazareno, não nos podemos demitir de fazer o possível, para que Deus faça o impossível.

Como Maria esperamos, não como quem aguarda passivamente, mas como quem alimenta a esperança de que tudo pode acontecer, deixando-nos transformar pelas dificuldades.

Que Maria, a Mãe de todos, cuide das nossas equipas formadoras e dos nossos seminaristas, sempre abertos à Esperança, que é Seu Filho, Jesus, mais forte que o desânimo e a indiferença.

Vitorino Soares

Presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios

Festa da Senhora Aparecida

A nossa Paróquia tem acolhido um grande número de imigrantes brasileiros que de um modo especial se têm inserido activamente.

Apresentam-se, notam-se já em grande número nos banco da igreja,  oferecem-se para voluntários, ajudam na festa, na catequese, trazem consigo a sua cultura e experiência que por vezes nos deixa surpresos, como quando há uns meses um casal pediu se podia apresentar o seu filho à comunidade.
(Achámos, o padre Jorge e o padre Patrício, que era para baptizar a criança porque não temos por hábito fazê-lo, mesmo que o ritual do baptismo proponha esse momento(!).)

Todos nós temos família que emigrou e conhecemos bem a realidade de quem procura um cheiro familiar longe de casa. Nós temos comunidades portuguesas em França, na Alemanha, que cuidam de Paróquias onde a “língua oficial”é o Português.

O ano passado surgiu a ideia de ter um dia dedicado à Nossa Senhora Aparecida.

Ficou prometido para o dia 12 de Outubro, sem termos percebido na altura que iria chocar com a festa da Padroeira, pelo que se ajustou para o dia 26 de Outubro.

Não será uma festa com arraial, mas um pequeno momento de oração e de apresentação desta devoção, que de resto é profundamente ligada à história de Portugal e à religiosidade popular.

Apesar de lhe chamarmos sempre Senhora da Aparecida, é a Senhora da Conceição Aparecida.

Assim faremos uma pequenina apresentação às 21h00 na igreja Paroquial, seguida de momento de oração.

Será, assim o esperamos oportunidade de enriquecimento espiritual e cultural, mas ao mesmo tempo oportunidade de fazer com que esta porção do povo de Deus se sinta acolhida e em casa.

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO PARA O XCVIII DIA MUNDIAL DAS MISSÕES 2024

Ide e convidai a todos para o banquete (cf. Mt 22, 9)

Queridos irmãos e irmãs!

Para o Dia Mundial das Missões deste ano, tirei o tema da parábola evangélica do banquete nupcial (cf. Mt 22, 1-14). Depois que os convidados recusaram o convite, o rei – protagonista da narração – diz aos seus servos: «Ide às saídas dos caminhos e convidai para as bodas todos quantos encontrardes» (22, 9). Refletindo sobre esta frase-chave, no contexto da parábola e da vida de Jesus, podemos ilustrar alguns aspetos importantes da evangelização. Tais aspetos revelam-se particularmente atuais para todos nós, discípulos-missionários de Cristo, nesta fase final do percurso sinodal que, de acordo com o lema «Comunhão, participação, missão», deverá relançar na Igreja o seu empenho prioritário, isto é, o anúncio do Evangelho no mundo contemporâneo.

1. «Ide e convidai»: a missão como ida incansável e convite para a festa do Senhor

No início da ordem do rei aos seus servos, há dois verbos que expressam o núcleo da missão: «ide» e chamai, «convidai».

Quanto ao primeiro verbo, convém recordar que antes os servos tinham sido já enviados para transmitir a mensagem do rei aos convidados (cf. 22, 3-4). Daqui se deduz que a missão é ida incansável rumo a toda a humanidade para a convidar ao encontro e à comunhão com Deus. Incansável! Deus, grande no amor e rico de misericórdia, está sempre em saída ao encontro de cada ser humano para o chamar à felicidade do seu Reino, apesar da indiferença ou da recusa. Assim Jesus Cristo, bom pastor e enviado do Pai, andava à procura das ovelhas perdidas do povo de Israel e desejava ir mais além para alcançar também as ovelhas mais distantes (cf. Jo 10, 16). Quer antes quer depois da sua ressurreição, disse aos discípulos «ide», envolvendo-os na sua própria missão (cf. Lc 10, 3; Mc 16, 15). Por isso, a Igreja continuará a ultrapassar todo e qualquer limite, sair incessantemente sem se cansar nem desanimar perante dificuldades e obstáculos, a fim de cumprir fielmente a missão recebida do Senhor.

Aproveito o momento para agradecer aos missionários e missionárias que, respondendo ao chamamento de Cristo, deixaram tudo e partiram para longe da sua pátria a fim de levar a Boa Nova aonde o povo ainda não a recebera ou só recentemente é que a conheceu. Irmãs e irmãos muito amados, a vossa generosa dedicação é expressão tangível do compromisso da missão ad gentes que Jesus confiou aos seus discípulos: «Ide e fazei discípulos de todos os povos» (Mt 28, 19). Por isso continuamos a rezar e a agradecer a Deus pelas novas e numerosas vocações missionárias para esta obra de evangelização até aos confins da terra.

E não esqueçamos que todo o cristão é chamado a tomar parte nesta missão universal com o seu testemunho evangélico em cada ambiente, para que toda a Igreja saia continuamente com o seu Senhor e Mestre rumo às «saídas dos caminhos» do mundo atual. Sim, «hoje o drama da Igreja é que Jesus continua a bater à porta, mas da parte de dentro, para que O deixemos sair! Muitas vezes acabamos por ser uma Igreja (…) que não deixa o Senhor sair, que O retém como “propriedade sua”, quando o Senhor veio para a missão e quer que sejamos missionários» (Discurso aos participantes no Congresso promovido pelo Dicastério para os leigos, a família e a vida, 18/II/2023). Oxalá todos nós, batizados, nos disponhamos a sair de novo, cada um segundo a própria condição de vida, para iniciar um novo movimento missionário, como nos alvores do cristianismo.

Voltando à ordem do rei aos servos na parábola, vemos que caminham lado a lado o «ir» e o chamar ou, mais precisamente, «convidar»: «Vinde às bodas!» (Mt 22, 4). Isto faz-nos vislumbrar outro aspeto, não menos importante, da missão confiada por Deus. Como se pode imaginar, aqueles servos-mensageiros transmitiam o convite do soberano assinalando a sua urgência, mas faziam-no também com grande respeito e gentileza. De igual modo, a missão de levar o Evangelho a toda a criatura deve ter, necessariamente, o mesmo estilo d’Aquele que se anuncia. Ao proclamar ao mundo «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 36), os discípulos-missionários fazem-no com alegria, magnanimidade, benevolência, que são fruto do Espírito Santo neles (cf. Gal 5, 22); sem imposição, coerção nem proselitismo; mas sempre com proximidade, compaixão e ternura, que refletem o modo de ser e agir de Deus.

2. «Para o banquete»: a perspetiva escatológica e eucarística da missão de Cristo e da Igreja

Na parábola, o rei pede aos seus servos que levem o convite para o banquete das bodas de seu filho. Este banquete reflete o banquete escatológico; é imagem da salvação final no Reino de Deus – já em realização com a vinda de Jesus, o Messias e Filho de Deus, que nos deu a vida em abundância (cf. Jo 10, 10), simbolizada pela mesa preparada com «carnes gordas, acompanhadas de vinhos velhos» –, quando Deus «aniquilar a morte para sempre» (cf. Is 25, 6-8).

A missão de Cristo é missão da plenitude dos tempos, como Ele mesmo declarou no início da sua pregação: «Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo» (Mc 1, 15). Ora, os discípulos de Cristo são chamados a continuar esta mesma missão do seu Mestre e Senhor. A propósito, recordemos o ensinamento do Concílio Vaticano II sobre o caráter escatológico do compromisso missionário da Igreja: «A atividade missionária desenrola-se entre o primeiro e o segundo advento do Senhor (…). Antes de o Senhor vir, tem de ser pregado o Evangelho a todos os povos» (Decr. Ad gentes, 9).

Sabemos que o zelo missionário, nos primeiros cristãos, possuía uma forte dimensão escatológica. Sentiam a urgência do anúncio do Evangelho. Também hoje é importante ter presente tal perspetiva, porque nos ajuda a evangelizar com a alegria de quem sabe que «o Senhor está perto» e com a esperança de quem propende para a meta, quando estivermos todos com Cristo no seu banquete nupcial no Reino de Deus. Assim, enquanto o mundo propõe os vários «banquetes» do consumismo, do bem-estar egoísta, da acumulação, do individualismo, o Evangelho chama a todos para o banquete divino onde reinam a alegria, a partilha, a justiça, a fraternidade, na comunhão com Deus e com os outros.

Temos esta plenitude de vida, dom de Cristo, antecipada já agora no banquete da Eucaristia, que a Igreja celebra por mandato do Senhor em memória d’Ele. Por isso o convite ao banquete escatológico, que levamos a todos na missão evangelizadora, está intrinsecamente ligado ao convite para a mesa eucarística, onde o Senhor nos alimenta com a sua Palavra e com o seu Corpo e Sangue. Como ensinou Bento XVI, «em cada celebração eucarística realiza-se sacramentalmente a unificação escatológica do povo de Deus. Para nós, o banquete eucarístico é uma antecipação real do banquete final, preanunciado pelos profetas (cf. Is 25, 6-9) e descrito no Novo Testamento como “as núpcias do Cordeiro” (Ap 19, 7-9), que se hão de celebrar na comunhão dos santos» (Exort. ap. pós-sinodal Sacramentum caritatis, 31).

Assim, todos somos chamados a viver mais intensamente cada Eucaristia em todas as suas dimensões, particularmente a escatológica e a missionária. Reafirmo, a este respeito, que «não podemos abeirar-nos da mesa eucarística sem nos deixarmos arrastar pelo movimento da missão que, partindo do próprio Coração de Deus, visa atingir todos os homens» (Ibid., 84). A renovação eucarística, que muitas Igrejas Particulares têm louvavelmente promovido no período pós-Covid, será fundamental também para despertar o espírito missionário em todo o fiel. Com quanta mais fé e ímpeto do coração se deveria pronunciar, em cada Missa, a aclamação «Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!»

Por conseguinte, no Ano dedicado à oração como preparação para o Jubileu de 2025, desejo convidar a todos para intensificarem também e sobretudo a participação na Missa e a oração pela missão evangelizadora da Igreja. Esta, obediente à palavra do Salvador, não cessa de elevar a Deus, em cada celebração eucarística e litúrgica, a oração do Pai Nosso com a invocação «Venha a nós o vosso Reino». E assim a oração quotidiana e de modo particular a Eucaristia fazem de nós peregrinos-missionários da esperança, a caminho da vida sem fim em Deus, do banquete nupcial preparado por Deus para todos os seus filhos.

3. «Todos»: a missão universal dos discípulos de Cristo e a Igreja toda sinodal-missionária

A terceira e última reflexão diz respeito aos destinatários do convite do rei: «todos». Como sublinhei, «no coração da missão, está isto: aquele “todos”. Sem excluir ninguém. Todos. Por conseguinte, cada uma das nossas missões nasce do Coração de Cristo, para deixar que Ele atraia todos a Si» (Discurso aos participantes na Assembleia Geral das Pontifícias Obras Missionárias, 03/VI/2023). Ainda hoje, num mundo dilacerado por divisões e conflitos, o Evangelho de Cristo é a voz mansa e forte que chama os homens a encontrarem-se, a reconhecerem-se como irmãos e a alegrarem-se pela harmonia entre as diversidades. Deus «quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2, 4). Por isso, nas nossas atividades missionárias, nunca nos esqueçamos que somos enviados a anunciar o Evangelho a todos, e «não como quem impõe uma nova obrigação, mas como quem partilha uma alegria, indica um horizonte estupendo, oferece um banquete apetecível» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 14).

Os discípulos-missionários de Cristo trazem sempre no coração a preocupação por todas as pessoas, independentemente da sua condição social e mesmo moral. A parábola do banquete diz-nos que, seguindo a recomendação do rei, os servos reuniram «todos aqueles que encontraram, maus e bons» (Mt 22, 10). Além disso, os convidados especiais do rei são precisamente «os pobres, os estropiados, os cegos e os coxos» (Lc 14, 21), isto é, os últimos e os marginalizados da sociedade. Assim, o banquete nupcial do Filho, que Deus preparou, permanece para sempre aberto a todos, porque grande e incondicional é o seu amor por cada um de nós. «Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que n’Ele crê não se perca, mas tenha a vida eterna» (Jo 3, 16). Toda a gente, cada homem e cada mulher, é destinatário do convite de Deus para participar na sua graça que transforma e salva. Basta apenas dizer «sim» a este dom divino gratuito, acolhendo-o e deixando-se transformar por ele, como se se revestisse com um «traje nupcial» (cf. Mt 22, 12).

A missão para todos requer o empenho de todos. Por isso é necessário continuar o caminho rumo a uma Igreja, toda ela, sinodal-missionária ao serviço do Evangelho. De per si a sinodalidade é missionária e, vice-versa, a missão é sempre sinodal. Por conseguinte, hoje, é ainda mais urgente e necessária uma estreita cooperação missionária seja na Igreja universal, seja nas Igrejas Particulares. Na esteira do Concílio Vaticano II e dos meus antecessores, recomendo a todas as dioceses do mundo o serviço das Pontifícias Obras Missionárias, que constituem meios primários «quer para dar aos católicos um sentido verdadeiramente universal e missionário logo desde a infância, quer para promover coletas eficazes de subsídios para bem de todas as missões segundo as necessidades de cada uma» (Decr. Ad gentes, 38). Por esta razão, as coletas do Dia Mundial das Missões em todas as Igrejas Particulares são inteiramente destinadas ao Fundo Universal de Solidariedade, que depois a Pontifícia Obra da Propagação da Fé distribui, em nome do Papa, para as necessidades de todas as missões da Igreja. Peçamos ao Senhor que nos guie e ajude a ser uma Igreja mais sinodal e mais missionária (cf. Homilia na Missa de encerramento da Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, 29/X/2023).

Por fim, voltemos o olhar para Maria, que obteve de Jesus o primeiro milagre precisamente numa festa de núpcias, em Caná da Galileia (cf. Jo 2, 1-12). O Senhor ofereceu aos noivos e a todos os convidados a abundância do vinho novo, sinal antecipado do banquete nupcial que Deus prepara para todos no fim dos tempos. Também hoje peçamos a sua intercessão materna para a missão evangelizadora dos discípulos de Cristo. Com o júbilo e a solicitude da nossa Mãe, com a força da ternura e do carinho (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 288), saiamos e levemos a todos o convite do Rei Salvador. Santa Maria, Estrela da evangelização, rogai por nós!

Roma – São João de Latrão, na Festa da Conversão de São Paulo, 25 de janeiro de 2024.

FRANCISCO

JOTA JOTI 2024

O JOTA-JOTI é o maior evento escutista do mundo, que acontece online e via rádio. A edição deste ano irá acontecer nos dia 18, 19 e 20 de outubro com base na Marinha Grande.

Este grandioso evento reúne mais de 2 milhões de escuteiros todos os anos para três dias de atividades escutistas e amizade, onde os participantes podem aprender sobre tecnologia de comunicação e criar ligações significativas com escuteiros de mais de 174 países.

O JOTA-JOTI está aberto a escuteiros de todo o mundo e envolve jovens em atividades educacionais que desenvolvem o trabalho em equipa, a compreensão intercultural e habilidades para o futuro usando a internet e o rádio.

O tema do JOTA-JOTI 2024, em Portugal é “Todos, por um Mundo Mais Verde” e está centrado na ideia de apoiar os jovens a ligarem-se entre si e com a natureza durante todo o evento, enquanto assumem um compromisso com a sustentabilidade.

O tema sublinha a importância da ação coletiva e da liderança juvenil na abordagem dos desafios ambientais prementes, e serve como um apelo à ação para os escuteiros defenderem a sustentabilidade e se esforçarem para criar um planeta mais saudável e resiliente para as gerações futuras.

O tema “Todos, por um Mundo Mais Verde” está estreitamente alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2 (Fome Zero), 6 (Água Potável e Saneamento), 7 (Energia Limpa e Acessível), 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), 12 (Consumo Responsável e Produção), 13 (Ação Climática), 14 (Vida Submarina), 15 (Vida Terrestre) e 17 (Parcerias para os Objetivos).

Durante o JOTA-JOTI, os escuteiros aprenderão como podem contribuir para a preservação da biodiversidade e combater as alterações climáticas, ao mesmo tempo que desenvolvem as competências necessárias para agir para proteger o nosso planeta. 

O evento proporcionará um espaço através de atividades online e offline para os escuteiros melhorarem a sua consciência ambiental, trocarem ideias sobre práticas ecológicas e sustentáveis, capacitarem-se para desenvolver competências verdes e aprenderem formas de se tornarem defensores de comunidades mais verdes.


Em linha com o tema, os objetivos do JOTA-JOTI deste ano são:

  • Promover a consciência ambiental

  • Preparar os escuteiros para terem hábitos e práticas verdes

  • Incutir-lhes um senso de responsabilidade para com o meio ambiente

  • Promover um sentimento de unidade e colaboração global

 

Quer estejas ligado através de ondas de rádio ou pela internet, prepara-te para uma incrível jornada de aprendizagem, diversão e amizade ao nível global.

Nota Pastoral para a Semana Educação Cristã

«Construtores do Futuro como Peregrinos de Esperança»

Educação e Esperança são como que os dois pés do caminhar da humanidade. Educar é preparar o coração para a esperança, é abrir ao amanhã, avizinhar-nos do futuro, sendo que ela precisa de ser aprendida, pois é grande o risco de a noite tomar conta do olhar.

Quem educa, é “construtor do agora e do futuro como peregrino da esperança”. Habitamos o agora, mas certos de onde vimos e para onde caminhamos.

“A esperança não confunde!”, como recorda o Papa Francisco, retomando o que diz São Paulo na Carta aos Romanos, na Bula de proclamação do ano jubilar que toda a Igreja celebrará em 2025. Sob o lema da esperança, o Papa dirige-se aos homens de todo o mundo, convocando-os para serem “peregrinos da esperança”.

Esta circunstância proporciona motivos particularmente significativos e inspiradores, num contexto de celebração desta semana, enquanto tempo de escuta, planificação e compromisso: a fragilidade e o erro não nos prendem o caminhar, mas devem colocar-nos em atitude de procura, pelo que somos convidados a adotar a atitude de peregrinos, movidos pela(na) Esperança.

A fragilidade e o erro colocam-nos em atitude de procura

Educar é próprio e específico dos humanos que, perante a fragilidade e o erro, querem “conduzir a criança” a novos patamares. É, por isso, um estado de caminhar permanente feito de “erro” e “superação”, que interpela a que não se desista de prosseguir, apesar da sedução da acomodação e da tentação de se bastar com o já obtido.

Neste contexto, a celebração jubilar, a que somos convidados pelo Papa Francisco, é motivo particularmente fecundo e oportuno para a renovação do olhar sobre a Educação, onde “errar” não pode ser sinónimo de se tornar “errante”.

Àquele que erra, que cai no erro, deve ser dada uma nova oportunidade para que se reencontre, que rejubile de alegria por se sentir amado e perdoado.

Como serão diferentes as nossas escolas, as nossas aulas de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), as nossas catequeses, as nossas comunidades educativas se o espírito do ano jubilar as perpassar da certeza de que o amor, com que somos perdoados, permite recomeçar, vez após vez, e superar os medos da novidade do Caminho.

Porque não somos errantes, mas peregrinos!

Adotar a atitude de peregrino

Ser peregrino é muito mais do que percorrer ou atravessar o espaço e o tempo. É habitá-los, sabendo, porém, não ter “aqui morada permanente”. Logo no século II, uma célebre carta de autor desconhecido, dirigida a um “Diogneto”, recordava que “[os cristãos] habitam pátrias próprias, mas como peregrinos: participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros.” (Carta a Diogneto, cap. VI, n.º 3).

Esta condição faz do ser humano um ser “em” e “a” caminho, não como alguém que erra e deriva, sem rumo, mas, pelo contrário, como alguém que tem um horizonte, uma meta. O seu viver é levantar-se e caminhar para o Outro, nos outros.

A condição de peregrino, revestido do essencial, é simbólica e fonte de inspiração eficaz para as nossas comunidades cristãs, para os seus agentes educativos, para a disciplina de EMRC, para a Catequese e para as Escolas Católicas. Em tempos de abundância de intermitentes propostas e caminhos, de (des)encontros entre o relativismo e o fundamentalismo, a imagem do peregrino desafia a que se escolha a perenidade e se consciencialize de que o saber, que se busca, permanece no horizonte como verdade.

Movidos pela(na) Esperança

A esperança não é um vago sentimento de que tudo correrá bem. É, antes, “a confiança em que existem, de forma latente, possibilidades inimagináveis, inclusive nas situações mais desesperadas. Na era da ciência, a autêntica fé é a convicção acérrima de que o futuro se encontra aberto e de que o espera uma culminação incalculável, não só para o ser humano, mas para a totalidade do cosmos” (Haught, John, Ciência e fé: uma introdução). Como recorda Bento XVI, na sua encíclica “Salvos na Esperança”, a “fé é esperança”, explicitando que acreditar é ser tomado pela força da esperança, que não é originada no sujeito, mas ao que este acolhe. A esperança não é fruto de um desejo, não é uma vã ilusão. Sendo o fruto mais visível da fé, ela nasce do que a fé é: “a fé não é só uma inclinação da pessoa para realidades que hão de vir (…). Dá-nos, já agora, algo da realidade esperada, e esta realidade presente constitui para nós uma prova das coisas que ainda não se veem. Ela atrai o futuro para dentro do presente; (…) o presente é tocado pela realidade futura, e assim as coisas futuras derramam-se nas presentes e as presentes nas futuras.” (Bento XVI, Spe Salvi, 7)

A esperança é, por isso, muito mais do que utopia (um desejo de um “não-lugar”), mais do que “pensamento positivo”, é a antecipação, na história, dos sinais do sentido último de toda a realidade. No agora da história, a esperança vê acontecer e sabe que tem motivos para tal, o sentido definitivo, antecipado na vitória de Jesus Cristo sobre a morte.

Enquanto o desespero corrói, a esperança constrói, pois esta nasce de uma vivência não meramente subjetiva, mas objetivamente existente e pessoalmente interiorizada.

Nestes tempos, necessitados de esperança, somos convidados, como cristãos na família, no trabalho, nas comunidades eclesiais e nas escolas, a sermos focos de luz de esperança, sinais de que ela não nasce de cada um, mas habita o coração de cada ser humano, como certeza da vitória da vida sobre a morte, sobre todas as mortes do existir: da morte da ignorância, do erro, da desilusão, da tristeza, da derrota, da insatisfação e da errância…

Como educadores, constituímo-nos como aprendizes do amanhã, construtores do futuro, enquanto peregrinos “da” e “na” esperança, habitando o mundo com atitude de caminhantes, rumo a um horizonte sempre mais adiante e mais de todos.

Maria, invocada como ‘estrela da manhã’ e ‘estrela do mar’, interpela-nos a ser lugares onde brilha, como farol na costa de mar revolto, a autêntica e perene fonte da esperança: Jesus Cristo, o Amor ardente e o Sol nascente que dá vida!

27 de setembro de 2024,

Dia de S. Vicente de Paulo

Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé

Assembleia Diocesana apresenta as primeiras unidades pastorais

A Diocese de Leiria-Fátima apresentou, no sábado, dia 28 de setembro, as Unidades Pastorais (UP) de Ourém e dos Marrazes, no dia em que se realizou a Assembleia Diocesana de início de Ano Pastoral.
Em declarações à Agência ECCLESIA, o bispo de Leiria-Fátima afirmou que a criação de outras unidades pastorais está em “fermentação” e que vai acontecer ao longo do ano.

A UP de Ourém engloba as paróquias de Alburitel, Nossa Senhora das Misericórdias, Nossa Senhora da Piedade e Seiça, e vai ser coordenada pelo padre Jorge Manuel Faria Guarda e pelos missionários do Verbo Divino Joaquim Domingos Luís e Nicodemus Moruk.

A UP de Marrazes abrange as paróquias de Marrazes, Azoia, Barosa e Parceiros, e vai ser liderada por uma equipa presbiteral composta pelos padres Bertolino Vieira, José Martins Alves e Vítor José Mira de Jesus.

A transformação pastoral da Diocese de Leiria-Fátima prevê a reorganização das 73 paróquias do território em 17 UP e sete vigararias, inspirada na “conversão pastoral” promovida pelo Papa Francisco, visando responder aos tempos atuais “de profunda transformação social, espiritual e cultural”.

“Se não houver uma mudança de cultura e uma mudança de mentalidade, de mente e de coração, não mudam significativamente as coisas. O que vai mudar é quando sentirmos mesmo que esta é a minha paróquia, que esta é a minha comunidade, que esta é a minha igreja”, referiu D. José Ornelas, acrescentando que têm de ser criados novos modos de organização para que isso seja possível.

“Temos uma Igreja que está a crescer também; não é só o país que está a beneficiar da chegada de imigrantes, a Igreja também. A fisionomia das nossas comunidades está a mudar. E nós temos de acolher essas pessoas; elas têm de se sentir em casa dentro desta Igreja”, destacou.
Perante esta transformação, o padre Manuel Silva, pároco do Arrabal, da Diocese de Leiria-Fátima, dá conta de que a diocese está entusiasmada com o modelo, mas nem por isso deixam de existir “medos” e “receios”.
O sacerdote olha para esta renovação “com muita esperança”, assinalando que a nova “divisão territorial que acompanha uma transformação e uma renovação pastoral é muito oportuna”.
“Era necessário. Nós sentíamos a necessidade de caminhar neste sentido. E, por isso, é com grande expectativa que estamos hoje a iniciar este caminho. Já houve muita reflexão. Agora chegou a hora de pôr em prática, de avançarmos para a prática”, afirmou.

Sandrina Duarte, da paróquia de Souto da Carpalhosa, fala que a transformação já se vai sentindo e marca pela positiva, realçando que é importante “dar oportunidade a todos” e que todos são precisos, cada um num sítio diferente, num momento diferente.

“Todos somos importantes. Somos todos chamados a viver em comunidade. […] Se somos batizados, temos esse compromisso de o fazer. Portanto, é preciso, às vezes, descobrir o talento de cada um”, indicou.

A Assembleia Diocesana e os ministérios laicais

O dia ficou marcado pela assembleia diocesana que deu início ao Ano Pastoral 2024/2025, que tem como tema “Enriquecer a Igreja com o compromisso batismal”, com o objetivo de refletir sobre a missão de todo o batizado na Igreja e no mundo, com especial enfoque na organização da vida das comunidades e nos serviços e ministérios eclesiais. O bispo de Leiria-Fátima esclarece que “a ideia não é voltar simplesmente atrás e recordar o batismo”, apesar de ser uma dimensão importante, mas sobretudo encará-lo como um ponto de partida para a “inserção, participação e partilha dentro da Igreja”. “O problema é que nós esquecemos que, antes de sermos bispos, ou padres, ou papa, os papéis que executamos e os serviços que realizamos na Igreja, somos batizados. E isso é que é a função fundamental; todos somos batizados”, enfatizou.

Durante a manhã, o padre Eduardo Caseiro falou sobre o tema do ano pastoral, a que se seguiram oficinas temáticas, divididas por ministérios (acólito, catequista, leitor, diaconado permanente, presidência dominical na ausência de presbítero e exéquias). João Duque, catequista na Diocese de Leiria-Fátima, esteve presente no grupo de trabalho do ministério dos catequistas, referindo que entre os aspetos abordados esteve a importância de chamar para a vocação novos catequistas. Sandrina Duarte foi a secretária do grupo de trabalho do ministério do leitor e destaca que uma das ideias presentes foi a necessidade de vocações, de “ir à procura de outros, bater a todas as portas para que haja uma renovação de pessoas e de carismas”.

Durante a tarde, teve lugar um plenário, aberto à participação de todos, na Sé, em que foram apresentadas as sínteses dos trabalhos de grupo e uma missa na Sé evocativa dos 450 anos da sua dedicação.

Padroeira CUP 2024

Como anunciado, realizamos novamente este ano o torneiro de futsal Padroeira CUP, no dia 28 de Setembro, no pavilhão da FAE, será nos moldes do ano passado:
- todas as equipas têm de ter pelo menos um elemento feminino,
- pelo menos uma pessoa acima dos 40 anos,
- todas as equipas têm de ter no mínimo 7 elementos.

·       Só serão aceites 6 equipes, e a inscrição é obrigatória pelo formulário acima.

·       Caso existam mais de 6 equipes inscritas o que vai validar e a hora de chegada da inscrição.

·       Distinção para equipa com equipamento mais original, com o nome mais original, a mais animada, e a com mais FairPlay, com a ajuda do público e da assistência em geral. 

  • Em princípio, o seguro custará 3 euros por pessoa. Estamos a tentar que seja menos.

  • A inscrição da equipa consiste em um alimento para ser doado à Conferência de S. Vicente Paulo.

  • Teremos para venda bifanas, cachorros, sumos e águas, café d'avó , filhoses e merendeiras de batata doce.

Assembleia Diocesana

A Diocese de Leiria-Fátima dará início ao segundo ano pastoral do triénio “Pelo Batismo somos Igreja viva e peregrina” (2023-2026) com a realização da Assembleia Diocesana no próximo dia 28 de setembro. Sob o tema “Enriquecer a Igreja com o compromisso batismal”, o evento visa refletir sobre a missão de todo o batizado na Igreja e no Mundo, com especial enfoque na organização da vida das comunidades e nos serviços e ministérios eclesiais.

A Assembleia, convocada pelo bispo D. José Ornelas, será dividida em duas partes. A parte da manhã será reservada para os delegados das paróquias, responsáveis dos serviços e movimentos eclesiais, e terá lugar no Seminário Diocesano. O programa inclui momentos de oração, uma comunicação pelo padre Eduardo Caseiro sobre o tema do ano pastoral, e várias oficinas temáticas que abordarão os ministérios laicais e ordenados, bem como o acolhimento, discernimento e implementação desses ministérios.

As inscrições para a participação na manhã devem ser realizadas até ao dia 23 de setembro, através de um formulário online, sendo cada paróquia ou movimento convidado a designar três representantes, incluindo o pároco ou diretor.

Após o almoço no Seminário, a Assembleia Diocesana prosseguirá na Sé de Leiria, com um plenário aberto a toda a comunidade diocesana. Nesse momento, serão apresentadas as sínteses dos trabalhos realizados nas oficinas da manhã, acompanhadas por breves momentos musicais, culminando com uma intervenção de D. José Ornelas.

O dia culminará com a celebração da Eucaristia, na Sé, que este ano assinala os 450 anos da sua dedicação. O bispo de Leiria-Fátima apela à participação ativa dos fiéis, invocando a proteção dos padroeiros da Diocese, Santo Agostinho e Nossa Senhora de Fátima.

Esta Assembleia Diocesana marca um passo importante na “Transformação Pastoral da Diocese”, alinhando a missão batismal com as necessidades e desafios das comunidades locais.

Convocatória de D. José Ornelas

Caríssimos irmãos, irmãs e colaboradores da Diocese

O amor de Cristo, que recebemos no batismo e nos faz irmãos e filhos adotivos, esteja convosco!

Estamos a iniciar o segundo ano pastoral do triénio «Pelo Batismo somos Igreja viva e peregrina» (2023-2026) que tem como tema “Enriquecer a Igreja com o compromisso batismal”.

Para refletir sobre a missão de todo o batizado no Mundo e na Igreja, nomeadamente, no que se refere à organização da vida das nossas comunidades e seus serviços/ministérios, dando seguimento aos trabalhos de “Transformação Pastoral da Diocese”, venho convocar a Assembleia Diocesana de início do Ano Pastoral para o dia 28 de setembro, com duas partes distintas:

– de manhã e até ao almoço, no Seminário Diocesano, para os delegados das paróquias (o Pároco e mais 2 representantes) e responsáveis dos serviços e movimentos eclesiais

– de tarde, na Sé de Leiria, para toda a Diocese.

A primeira parte da Assembleia diocesana, na manhã do dia 28 de setembro, realiza-se no Seminário, com o programa seguinte:

09h00 – Acolhimento (entrada pelo lado da igreja/auditório)
09h30 – Oração e introdução aos trabalhos
10h00 – Comunicação: “Enriquecer a Igreja com o compromisso batismal” (P. Eduardo Caseiro)
10h30 – Oficinas temáticas – Pelo acolhimento, discernimento e implementação dos ministérios laicais e ordenado, somos Igreja sinodal e missionária

• Ministério do Acólito
• Ministério do Catequista
• Ministério do Leitor
• Ministério do Diaconado Permanente
• Ministério da Presidência dominical na ausência de Presbítero
• Ministério das Exéquias

11h30 – Intervalo
12h00 – Oficinas temáticas (mesmos grupos):

• Como promover o discernimento para cada um dos ministérios?
• Como promover a pastoral vocacional na Diocese?

13h00 – Almoço volante no Seminário

De cada paróquia, movimento e serviço diocesano são convidados o pároco/diretor e mais 2 representantes, que terão de fazer a sua inscrição, até dia 23 de setembropara escolher a oficina temática de acordo com as suas preferências, por ordem decrescente, e se inscreverem para o almoço

É convidada também a Direção diocesana da CIRP (Conferência dos Institutos Religiosos). Na designação dos participantes, não esquecer os jovens e quem faz parte do Conselho Pastoral.

Depois do almoço, a Assembleia Diocesana desloca-se para a Sé de Leiria e é aberta à participação de todos. Peço aos párocos que promovam, em tempo útil, a indicação dos dois representantes para a parte da manhã e anunciem o programa da tarde, convidando os membros das suas comunidades a participar no Plenário e na Eucaristia, na Igreja-mãe da Diocese, que este ano celebra 450 anos da sua dedicação.

15h00 – Plenário, aberto à participação de todos, na Sé
Serão apresentadas as sínteses dos trabalhos de grupo, realizados durante a manhã, no Seminário, intervaladas por breves momentos musicais:

• Os ministérios instituídos
• O Diaconado Permanente
• Ministérios a criar
• Discernimento e Pastoral Vocacional
• Intervenção do Bispo diocesano

16h30 – Missa na Sé (evocativa dos 450 anos da sua dedicação).

Esperando a vossa adesão, invoco a proteção dos nossos padroeiros, Santo Agostinho e Nossa Senhora de Fátima, e envio-vos os meus fraternos cumprimentos.

† José Ornelas Carvalho, Bispo de Leiria-Fátima

Novos Ministros Extraordinários da Comunhão

Queridos irmãos e irmãs,
como comunidade católica, somos chamados a ser luz do mundo e sal da terra.
Um dos mais belos testemunhos de Fé é o serviço aos irmãos e o Ministério Extraordinário da Comunhão é um chamamento especial para levar o amor de Cristo a todos os corações.
Este é um ministério que precisa ser semeado, incentivado e cuidado gentilmente.

Neste momento precisamos de aumentar o número dos ministros, não apenas para a distribuição da comunhão na eucaristia, mas também, de modo muito especial, para a visita aos doentes. É nosso entendimento que em ordem a um serviço frutuoso, haja mais ministros a quem seja confiado o cuidado de menos pessoas, para que não se torne um serviço demasiado pesado.

Lançamos assim um desafio à nossa comunidade::
Conhece alguém que propaga a fé, que vive o Evangelho no seu dia a dia e que tem um coração generoso? Alguém que, com sua presença e testemunho, inspira e fortalece a nossa comunidade?

Indique essa pessoa para ser Ministro Extraordinário da Comunhão!
Ao indicar alguém, está a contribuir e a abrir portas para que mais pessoas possam experimentar a alegria de servir e de se sentir parte ativa da Igreja. É um gesto de amor e de confiança naqueles que admira.

Porquê indicar um Ministro Extraordinário?
Amplia a missão da Igreja:
Ao aumentar o número de ministros, levamos o Corpo de Cristo a mais pessoas, especialmente aos enfermos e necessitados.

  • Fortalece a comunidade: Os novos ministros trazem novas energias e perspectivas, enriquecendo a nossa paróquia.

  • Inspira vocações: Ao reconhecer e valorizar os dons dos outros, incentivamos que mais pessoas se sintam chamadas a servir.

Como indicar?
É muito simples! Basta entrar em contato com um dos padres ao serviço na paróquia ou deixar a sua indicação no cartório paroquial ou junto da equipa de acolhimento nas Eucaristias.

Não tenha medo de indicar alguém por quem tem admiração!

A sua indicação pode ser o primeiro passo para que essa pessoa descubra um novo chamamento na sua vida.

Juntos, podemos construir uma comunidade ainda mais forte e missionária!
Que o Espírito Santo inspire os vossos corações e os guie a descobrir novos talentos para servir a Igreja!